segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Ao entardecer

Quanto tempo se passou!
Ainda somos os mesmos
Ilusão de um crime suspeito,
Perfeito.

Eu
Recusando em dizer como
Te desejo por inteiro

Você
Se fazendo presente
Fluindo minha mente
Ao entardecer



Mim toma sem sentir
Mim olha sem me ver

Ainda lembra de mim?
Fiz-te juras de amor
Promete ser sua, tua, teu
Cícero amor


Embora sou apenas mais
Uma pobre criatura implorado
Seus sonhos, desejos e fantasias

O verdadeiro amor não acaba
Da noite pro dia
Ele renasce, floresce e acontece


Quando agente mesmos imagina
Estamos frente a frente
Você um pouco confuso
Mim faz uma pergunta

Eu impedindo de falar das minhas
noites de agonia, tão frias


E lá se foi mais um
entardecer do dia

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O amor calcula as horas por meses, e os dias por anos; e cada pequena ausência é uma eternidade.