sexta-feira, 18 de junho de 2010

Mesmo Quando...

Mesmo quando o amor sonega impostos
e às vezes emite cheques no vazio,
aposta e blefa
sem brio nem cuidado
ou dorme sem cerimônia sobre os sonhos mais macios
de seu apaixonado,
ainda assim
a gente insiste em seu nome
abençoado.

Quero Beijos e Abraços

Não preciso de piedade
não preciso que enxugues
minhas lágrimas
posso fazê-la sozinha
sei carregar minha cruz
não imploro afeição
dá quem quer
Não preciso de amor fugaz
nada parecido com
vento, fumaça,
como nuvens que passa
não necessito de ajuda
Quero amor real
amor que queima,
que aquece como fogo da lareira
Quero emoções fortes
como raios e trovões
Afagos e acenos eu dispenso
meio sorriso não quero
Quero gargalhadas
quero beijos e abraços
Tapinha nas costas
são para os funerais.

Teatro Da Vida

Começar sempre
Sina, destino?
Ser.... humano
Ter esperanças
Realidades são cruas
Paixões são utopias
Imaginar seguro
Ter como perdido
Nada é real
Tudo é fantasia
Máscaras velhas,
usadas surradas,
antigas
Ignorância forçada

Submissão comprada
Gestos estudados
Cenas calculadas
VIDA!!!
Eterna encenação
.