Willyane.com
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
O silêncio
Quando a ternura
parecer já do seu ofício fatigada,
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,
quando azuis irrompem os teus
olhos
e procuram em minhas asas
seguras,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,
pelo silêncio fascinado.
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